domingo, 13 de janeiro de 2013

Pessoa-lugar-comum-algodão

     O maravilhoso show enlouquecente nos faz rodopiar numa monótona via, numa faca de dois gumes. O que isso corta ou cortaria? O criado.
     Em uma parte, há um criador, quiçá de plantas ou orgânicos, sentimentos ou botânicos, projetos sem papel escrito ou desenhado que deliniam o que tem a nós. Como seguir projeto sem projetação ter? Não tem-se aula disso ou quem ensine. É uma mera denotação de si próprio.
     Um plano pode dar origem à várias vertigens quando põe-o em prática, chamada essas de consequências. Sem usar de maniqueísmo, não se define consequencias como boas ou ruins, justas ou injustas - se são consequências, algo as causou e não tem-se como defini-las ( de todo modo, bom e ruim é relativo)-.
     Em outrora, temos um conotação confusa de um plano com apenas criação, sem criador - mas de tudo precisa de um criador-, o que torna um paradoxo demonstrativo perfeito para perder-se em um pensamento deliberadamente louco.
     Feriados nos abraçam ou abrangem - isso é bom ou ruim?-.
     Afinal, quando o homem precisa de descanso? O homem realmente precisa de descanso?

Pequeno Vício Constante.

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