Principe dourado, por favor
reflete teu fel dourado sob sol da manhã
em meu corpo dedilha nuances melodicas
a fim de que possa eu fazer um cado da parte tua
Teu mel espeço e branco
escorre sob meu corpo
sobre meu corpo
em qualquer angulo, de qualquer visão
Minha armadilha, seu Barba Ruiva, macário carcamano do inferno
Sua jaqueta de couro e cinto complicado
não se abrem, nao se fecham mas se mantem
em mim
na minha memoria
pois quero te sentir de novo
e novamente poder sentir
teus olhos verdes nos meus tao pretos
tua maçã rosada em minha lingua vermelha
lambo, reviro, chupo
em troca da vil memora dum dia qualquer
após, nunca mais ver-te-ei de novo
pois hei de ter sido o Principe nas Montanhas
difusor, separatista, poeta, sanguinario
que em meu sangue fundou teu reino
em minha mente, fez sua morada
em minha estrada, partiu.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
domingo, 19 de abril de 2015
seth
E pensar que jurei que de forma alguma, em momento nenhum, eu jurei
De forma alguma.
Momento algum.
Jurei
não procurar
você.
doi isso agora porque sinto saudade.
sinto falta, na verdade. saudade é um sentimento muito forte e é algo que nunca vou sentir por você.
na verdade, não vai ser hoje e espero que nunca mais
sentir algo por voce
voce pisa em mim, fofo.
sentir algo por voce?
17777 anos.
7 meses.
Seth.
Sete.
Sethh-h-h-h-h-. numero de exu. esse aí promete, promete exu. falou
De forma alguma.
Momento algum.
Jurei
não procurar
você.
doi isso agora porque sinto saudade.
sinto falta, na verdade. saudade é um sentimento muito forte e é algo que nunca vou sentir por você.
na verdade, não vai ser hoje e espero que nunca mais
sentir algo por voce
voce pisa em mim, fofo.
sentir algo por voce?
17777 anos.
7 meses.
Seth.
Sete.
Sethh-h-h-h-h-. numero de exu. esse aí promete, promete exu. falou
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Onde bate o prazer, a compaixão é o pecado.
Ao ponto em que comecei a ter consciencia do Eu e dos Eu exteriores, me vejo perdida nos encontros que nada mais sã que sincronicidades projetadas na não-vida para cumprir algo que, na maioria das vezes, achamos que sabemos.
Me pergunto, ou melhor, indago, e se eu tivesse uma outra vida?
Digo, uma certeza de uma outra vida. Minha fé infelizmente não funciona muito bem. Tenho a tendencia da duvida pela incerteza, da não certeza até mesmo vendo, ou menlhor, sentindo em cada gira girada, cada carta jogada, cada vela acesa. E se no final, não acabar como quero que acabe?
Sim, deveras impossivel mas será que temos ser como rochas e bla bla bla, pra finalizar com essa missão de dimensões, de espiritos, fantasmas de um passado que geram um futuro?
Chego à breve conclusão: ao mesmo tempo em que muitos se Encontram para um real reEncontro interior, outros só precisam de um motivo, uma meta para manter qualquer expectativa ou positividade em seus caminhos. Não que seja preciso vela, patuá, sangue de bufalo ou cachaça barata num copo de vidro, até porque, não é; somente o sentimento de que alguem - ou algo, nos Misterios - compreende-o na dor e nos momentos confusos que acaba por passar nessa pseudo Terra de provações e certeira Terra de ninguem para se manter consciente, usuário, respirante, aspirante de porra nenhuma, destruidor de si mesmo a cada hora (mas com certeza, eu sendo bom, menino exemplar, terei Paz no depois!!!(?)) e bom ser humano.
Capaz de que eu não possa sentir nada, capaz de que eu sofra um pouco a cara energia, capaz de que eu me sinto contente por estar sabendo do não-acontecido mas querendo estar descrente daquilo que talvez acontecerá.
Não tem muito tempo que pude conversar com um amigo Astral que me disse pra não medir desespero e culpar, ou me distanciar do Encontro por causa disso mas, juro, eu não esperava que fosse tão lento assim.
É desespero o que me bate? Culpa? Me torno martir do futuro inocorrido por ansiedae ou falsa de sapiencia minha.
O que realmente bate? Dor.
E volto aos devaneios da descrença pela falsa esperança da certeza. Antes de me ensinar o jogo, havia me alertado sobre poder ver coisas como esta. Sobre, no inicio, não querer ter aprendido por ter medo de ver. Agora sei a dor. Agora, eu sei.
Sem pedidos, orações, intervenções.
A Linha da Vida, assim que é criada, passa pela visão, pela vivencia, depois pelo corte.
Mas
Seja feita a Vossa Vontade, assim na Terra como nos Céus.
(delirio)
Me pergunto, ou melhor, indago, e se eu tivesse uma outra vida?
Digo, uma certeza de uma outra vida. Minha fé infelizmente não funciona muito bem. Tenho a tendencia da duvida pela incerteza, da não certeza até mesmo vendo, ou menlhor, sentindo em cada gira girada, cada carta jogada, cada vela acesa. E se no final, não acabar como quero que acabe?
Sim, deveras impossivel mas será que temos ser como rochas e bla bla bla, pra finalizar com essa missão de dimensões, de espiritos, fantasmas de um passado que geram um futuro?
Chego à breve conclusão: ao mesmo tempo em que muitos se Encontram para um real reEncontro interior, outros só precisam de um motivo, uma meta para manter qualquer expectativa ou positividade em seus caminhos. Não que seja preciso vela, patuá, sangue de bufalo ou cachaça barata num copo de vidro, até porque, não é; somente o sentimento de que alguem - ou algo, nos Misterios - compreende-o na dor e nos momentos confusos que acaba por passar nessa pseudo Terra de provações e certeira Terra de ninguem para se manter consciente, usuário, respirante, aspirante de porra nenhuma, destruidor de si mesmo a cada hora (mas com certeza, eu sendo bom, menino exemplar, terei Paz no depois!!!(?)) e bom ser humano.
Capaz de que eu não possa sentir nada, capaz de que eu sofra um pouco a cara energia, capaz de que eu me sinto contente por estar sabendo do não-acontecido mas querendo estar descrente daquilo que talvez acontecerá.
Não tem muito tempo que pude conversar com um amigo Astral que me disse pra não medir desespero e culpar, ou me distanciar do Encontro por causa disso mas, juro, eu não esperava que fosse tão lento assim.
É desespero o que me bate? Culpa? Me torno martir do futuro inocorrido por ansiedae ou falsa de sapiencia minha.
O que realmente bate? Dor.
E volto aos devaneios da descrença pela falsa esperança da certeza. Antes de me ensinar o jogo, havia me alertado sobre poder ver coisas como esta. Sobre, no inicio, não querer ter aprendido por ter medo de ver. Agora sei a dor. Agora, eu sei.
Sem pedidos, orações, intervenções.
A Linha da Vida, assim que é criada, passa pela visão, pela vivencia, depois pelo corte.
Mas
Seja feita a Vossa Vontade, assim na Terra como nos Céus.
(delirio)
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