Das muitas coisas desagradaveis que existem, poucas são aquelas que tem o grande poder de magoar. Somos humanos, temos sentidos e sentimentos, querendo ou não aceitar ou conviver com isso. Como seres vivos, nos relacionamos, é algo biologicamente necessario.
Com isso, temos o poder de comunicação. Uma forma de fazer isto é usando a linguagem verbal, da qual afirmo que sim, palavras podem machucar.
Não há uma pessoa que nunca tenha escutado uma palavra de desprezo, um desagrado moral, uma ofensa, Quais coisas são realmente relevantes pra gente?
Aquelas que consideramos.
Um bom dia torto, um "me deixa em paz" irritam bastante. Mas há algo pior que ouvir que todas as vezes que foi dito "eu te amo" a voce, de uma pessoa, era mentira? Sem cerimonia, sem preparo... Simplesmente que não tem certeza, passando a ser inverdade.
O que relevo agora é a necessidade de pensarmos antes de dizer. Não diga qualquer merda que vem à sua cabeça. Valoriza o que tenta por você, o que quer ficar ao seu lado porque, tudo, um dia, acaba.
sábado, 27 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Larguei, sem âncora, vida ao mar.
Seria mesmo vida ou só corpo?
De qualquer jeito, não tinha cais. De todos os modos, não haviam boia. Qual seria a saída? Estou em alto mar, não me afogo pois bato rapido as pernas, respiro ofegantemente - existe cheiro de agua- e lamento cada minuto que estou ganhando me mantendo viva. Talvez porque, em outrora, estivesse eu me sufocando de um outro modo, tenho uma preocupação mais saudavel e temporaria, sabendo que tinha data e hora - o problema fora minha ansiedade-.
Mas, e agora, o que eu faço?! As pernas cansam de bater, me ponho a boiar. Impulso pra cima, pernas, braços e costas relaxados, agora é só me preocupar com não afundar.
Qual a profundidade de onde eu estou? Estou sem os pés no chão - será que quero ver até onde posso ir?-.
São tantas perguntas que envolvem essa mente... Não, não estou conturbada! Estou somente com o desanimo incomum causado pela minha indefinição. É por isso que não bato as minhas pernas? Não. Tambem me é cansaço, fracasso, pulei de onde tinha chão, quis me arriscar.
Tiro a conclusão de que não vale muito a pena arriscar boa parte das coisas, boa face do mundo. Não nesse tempo de tudo ou nada, no tempo de não ter tempo. Constantemente - nisso posso dizer: todo dia- há algo de que a gente se arrependa amargamente. Nem que seja uma pequena coisa, a falta de um ato, a delegação de um impulso, há algo.
A parte boa é que aqui não há moscas para sobrevoar a merda que estou pensando. Onda vem, leva, onda vai, traz, onda vem ou leva? Não é teorema, não há teorias.
Conte até dez, se situe - estou, é verdade, no meio do mar!-.
Volto meu corpo em posição vertical e me ponho a bater os pés e braços rapidamente, na direção de alguma corrente de ar que passa carregando minhas pernas.
O que fazer agora? Esperar.
Algum'hora vou ver onde isso vai dar.
De qualquer jeito, não tinha cais. De todos os modos, não haviam boia. Qual seria a saída? Estou em alto mar, não me afogo pois bato rapido as pernas, respiro ofegantemente - existe cheiro de agua- e lamento cada minuto que estou ganhando me mantendo viva. Talvez porque, em outrora, estivesse eu me sufocando de um outro modo, tenho uma preocupação mais saudavel e temporaria, sabendo que tinha data e hora - o problema fora minha ansiedade-.
Mas, e agora, o que eu faço?! As pernas cansam de bater, me ponho a boiar. Impulso pra cima, pernas, braços e costas relaxados, agora é só me preocupar com não afundar.
Qual a profundidade de onde eu estou? Estou sem os pés no chão - será que quero ver até onde posso ir?-.
São tantas perguntas que envolvem essa mente... Não, não estou conturbada! Estou somente com o desanimo incomum causado pela minha indefinição. É por isso que não bato as minhas pernas? Não. Tambem me é cansaço, fracasso, pulei de onde tinha chão, quis me arriscar.
Tiro a conclusão de que não vale muito a pena arriscar boa parte das coisas, boa face do mundo. Não nesse tempo de tudo ou nada, no tempo de não ter tempo. Constantemente - nisso posso dizer: todo dia- há algo de que a gente se arrependa amargamente. Nem que seja uma pequena coisa, a falta de um ato, a delegação de um impulso, há algo.
A parte boa é que aqui não há moscas para sobrevoar a merda que estou pensando. Onda vem, leva, onda vai, traz, onda vem ou leva? Não é teorema, não há teorias.
Conte até dez, se situe - estou, é verdade, no meio do mar!-.
Volto meu corpo em posição vertical e me ponho a bater os pés e braços rapidamente, na direção de alguma corrente de ar que passa carregando minhas pernas.
O que fazer agora? Esperar.
Algum'hora vou ver onde isso vai dar.
terça-feira, 2 de abril de 2013
A favor ou contra
Aos olhos de estranhos, de pessoas que nunca passaram por certa situação, parece um tanto cruel ou corrosivo mas, pare para pensar: doze anos de idade, uma pessoa de doze anos de idade- totalmente racional e conhecedora do perverso- seria incapaz de se relacionar com alguem com maturidade? Não falo apenas corporalmente mas mentalmente (o que me impressiona nesses tempos modernos)
Por um lado, temos antropólogos, psicólogos - uma porrada de "ólogos", estudiosos de humanos- e mais a constituição contra a relação de um adulto com alguem de menor idade a 16 anos pois afirmam a imaturidade, inocencia e incapacidade da relação de forma saudável, confirmando uma mudança de comportamento e que a ingenuidade é completamente presente.
Ponho em nota que, até em mentes adultas há a ingenuidade. A mente infantil é uma caracteristica, não importa a idade.
De outro lado, temos apaixonados "foras-da-lei', simpatizantes, neutros e até as "crianças" que desaprovam totalmente qualquer impedimento dessa relação. Por que isso é criminoso? Vivemos em tempos modernos onde o afeto é dado para todo e qualquer ser. Qualquer um tem a capacidade de receber e dar afeto, isso é legítimo nosso. Um bebê, então, não precisa do carinho da mãe? Qual o problema, desde então, em seguir um caminho sentimental?
Não posso dizer que em tempos antigo era diferente do que vivemos nos tempos de hoje,, tampouco posso eu afirmar que era igual, mas de algo tenho certeza: com toda a abertura social e tecnológica, modernização e ensino avançado, é ilimitado a obtenção de conhecimento acerca de tudo e qualquer coisa. Contudo, nem sobre a relação sexual há como proibir de saber-se do que é. Algo, no basico, pelo menos se sabe. Qualquer criança (mas claro, bem instruida) sabe explicar e tem maior discernimento.
Portanto, por que seria, então, condenado esse relacionamento?! Não faz sentido!
Não estou falando de estupro, tampouco abuso ou aliciação mas sim da libido livre, da apreciação de companhia, do afeto que ocorre, de todos esses fatores.
Portanto ponho em questão a proibição de um relacionamento quando a parte menor já pode discernir e tem conhecimento de tudo isto, há um consentimento (vide consentir, não vender) dos responsaveis para com a relação e não há abusos da parte maior para com esse ser.
Revendo o que foi dito, questione-se com sinceridade a capacidade da interação e relação afetiva de ambos. Seria tudo isso apenas um estabelecimento de valores sociais?
Por um lado, temos antropólogos, psicólogos - uma porrada de "ólogos", estudiosos de humanos- e mais a constituição contra a relação de um adulto com alguem de menor idade a 16 anos pois afirmam a imaturidade, inocencia e incapacidade da relação de forma saudável, confirmando uma mudança de comportamento e que a ingenuidade é completamente presente.
Ponho em nota que, até em mentes adultas há a ingenuidade. A mente infantil é uma caracteristica, não importa a idade.
De outro lado, temos apaixonados "foras-da-lei', simpatizantes, neutros e até as "crianças" que desaprovam totalmente qualquer impedimento dessa relação. Por que isso é criminoso? Vivemos em tempos modernos onde o afeto é dado para todo e qualquer ser. Qualquer um tem a capacidade de receber e dar afeto, isso é legítimo nosso. Um bebê, então, não precisa do carinho da mãe? Qual o problema, desde então, em seguir um caminho sentimental?
Não posso dizer que em tempos antigo era diferente do que vivemos nos tempos de hoje,, tampouco posso eu afirmar que era igual, mas de algo tenho certeza: com toda a abertura social e tecnológica, modernização e ensino avançado, é ilimitado a obtenção de conhecimento acerca de tudo e qualquer coisa. Contudo, nem sobre a relação sexual há como proibir de saber-se do que é. Algo, no basico, pelo menos se sabe. Qualquer criança (mas claro, bem instruida) sabe explicar e tem maior discernimento.
Portanto, por que seria, então, condenado esse relacionamento?! Não faz sentido!
Não estou falando de estupro, tampouco abuso ou aliciação mas sim da libido livre, da apreciação de companhia, do afeto que ocorre, de todos esses fatores.
Portanto ponho em questão a proibição de um relacionamento quando a parte menor já pode discernir e tem conhecimento de tudo isto, há um consentimento (vide consentir, não vender) dos responsaveis para com a relação e não há abusos da parte maior para com esse ser.
Revendo o que foi dito, questione-se com sinceridade a capacidade da interação e relação afetiva de ambos. Seria tudo isso apenas um estabelecimento de valores sociais?
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