Dança a vida a canção que brota-mente e congela corações. Ao fundo um ritmo sem tom e sem musica que balbucia em volumes nos ouvidos em cintilações estranhas- sonoras-. Todo aquele vácuo, afinal, na verdade não estava por ali.
Era ouvir sem falar, mas falar por falar ouvindo por falar. Talvez não foi mal, foi mal, não foi por mal. Mas antes estava tudo tão triste que até o proprio mundo não sabia muito o que fazer.
E que mundo?
Girou, 360º, demasiadamente sonolento, mas com a cabeça cheia de café.A carranca esboçada já expressava um novo ano para si - se estourou champanhe, não foi lembrado, mas tinha comida e disso lembrava. Era comida por algumas vezes em olhos, bocas e vida-. Expectativa: as cartas detonaram. Mas a força foi ilustre, mas tão ilustre, que até agora sente necessidade de que as sete faces de si mesma não sejam vistar.
... e que faces!
