Mostrando postagens com marcador 15 anos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 15 anos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Ele

      Ele tem um jeito diferente, algo que me conquista a gente e atrai. Ele tem um beijo unico, talvez um dos melhores. Ele te morde, mas é com carinho. Morde de verdade, mas sente-se amor. Ele tambem abraça, e te abraça forte, podendo juntar tudo: suas mordidas, seu carinho, seu jeito, seus beijos e sua pele.. Ahhh, sua pele...
     Então você se eleva, sai dessa dimensão e fica assim, igual a uma boba triste apaixonada, lembrando do primeiro beijo suave de um quase "susto" - Reencontro, surpresa-, do segundo naquele mesmo dia, 5, do terceiro, quarto, quinto... de todos e de qualquer um...
          Fica assim, presa nessa lembrança e na esperança de receber mais e mais.
                              Je rougis? Un peu.
    Queria te abraçar agora, ouvir mais uma piada de graça, fugir de algumas pessoas, ir para um canto isolado, tentar achar o lugar perfeito: lugar este que não tenha o movimento, nada e ninguem, talvez un petit movimento, mas que me permita ficar abraçada com você e poder retribuir cada mordida suave que posso receber.
                                Quiçá um abraço.
   Me deixa ser assim, timida e retraida. Eu sei morder com esse seu jeitinho, mas queria te fazer um tanto meu. Na verdade, apenas não quero tentar te morder.
              Não agora, não perto de tanta gente - é incomodo-.
 Pode ser só cisma minha mas preciso de cantos escolhidos para construir uma história nossa.
                                    Ou apenas escrever pra você.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Mas e a festa?

         E novamente aqui estou eu, sentada nessa sala com paredes vazias preenchidas com o vazio esboçado em meus quadros pintados com olhos ilustrativamente vigiantes. Minha barra de cereal sabor cookie é e sempre será a minha saída para dias tristes, para dias normais; para dias como estes.
    Não sei bem o que passa na TV, mas creio que seja alguma série; vejo Disney, sim, porque isso anda me distraindo. Um livro largado em cima do sofá, meu cobertor vintage ilustrando a saudade do passado preenche, assim como os quadros preenchem as paredes vazia, esse meu pensar triste de continuar sendo forte em todos os momentos.
          Eu preciso ilustrar a minha dor, já que um poema não é bom o bastante para me satisfazer.
 Solto meu sutiã antes de tudo e percebo que não há mais café descafeinado (riso) em meu copo, mas um liquido escuro e gelado; um Guaraná natural que, por acaso, não é tão natural assim.
 E se uma vida de magia me envolvesse e me pudesse me mover daqui.
Me mover dessa loucura louca que me enlouquece e vai enlouquecer a todos lentamente.
Preciso terminar algo que comecei há dez meses, senão é mais um louco.
         O amor, caramba! onde me sopra agora?
Minha sobrevivência não está assegurada debaixo de meu cobertor floral sem peixes.
E agora vou adormecendo com os confetes daquela festa que rolava numa cabeça distante desta. Confetes e um dizer. Confetes, adormecendo.
                       Confetes!
                                                             A dor
                                                                    me 
                                                                        sendo