terça-feira, 2 de abril de 2013

A favor ou contra

Aos olhos de estranhos, de pessoas que nunca passaram por certa situação, parece um tanto cruel ou corrosivo mas, pare para pensar: doze anos de idade, uma pessoa de doze anos de idade- totalmente racional e conhecedora do perverso- seria incapaz de se relacionar com alguem com maturidade? Não falo apenas corporalmente mas mentalmente (o que me impressiona nesses tempos modernos)
Por um lado, temos antropólogos, psicólogos - uma porrada de "ólogos", estudiosos de humanos- e mais a constituição contra a relação de um adulto com alguem de menor idade a 16 anos pois afirmam a imaturidade, inocencia e incapacidade da relação de forma saudável, confirmando uma mudança de comportamento e que a ingenuidade é completamente presente.
 Ponho em nota que, até em mentes adultas há a ingenuidade. A mente infantil é uma caracteristica, não importa a idade.
 De outro lado, temos apaixonados "foras-da-lei', simpatizantes, neutros e até as "crianças" que desaprovam totalmente qualquer impedimento dessa relação. Por que isso é criminoso? Vivemos em tempos modernos onde o afeto é dado para todo e qualquer ser. Qualquer um tem a capacidade de receber e dar afeto, isso é legítimo nosso. Um bebê, então, não precisa do carinho da mãe? Qual o problema, desde então, em seguir um caminho sentimental?
 Não posso dizer que em tempos antigo era diferente do que vivemos nos tempos de hoje,, tampouco posso eu afirmar que era igual, mas de algo tenho certeza: com toda a abertura social e tecnológica, modernização e ensino avançado, é ilimitado a obtenção de conhecimento acerca de tudo e qualquer coisa. Contudo, nem sobre a relação sexual há como proibir de saber-se do que é. Algo, no basico, pelo menos se sabe. Qualquer criança (mas claro, bem instruida) sabe explicar e tem maior discernimento.
Portanto, por que seria, então, condenado esse relacionamento?! Não faz sentido!
Não estou falando de estupro, tampouco abuso ou aliciação mas sim da libido livre, da apreciação de companhia, do afeto que ocorre, de todos esses fatores.
Portanto ponho em questão a proibição de um relacionamento quando a parte menor já pode discernir e tem conhecimento de tudo isto, há um consentimento (vide consentir, não vender) dos responsaveis para com a relação e não há abusos da parte maior para com esse ser.
Revendo o que foi dito, questione-se com sinceridade a capacidade da interação e relação afetiva de ambos. Seria tudo isso apenas um estabelecimento de valores sociais?

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