quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Ultranova.

Não, não sei o que se passa, mas é tudo tão vazio. O vago, o vácuo. O que nos aguarda, o que teremos de fazer? Não sei. Mas decaio. Decaio, caio, derrapo, me esfarrapo como trapo no chão - Ou é somente algo para formar gradação perfeita, ou mais uma cisma com a perfeição-. O que quero? O que espero? Eu... Eu não sei. Quanto mais ando, mais sozinha me vejo. Será que mereço? Será mesmo que mereço qualquer que seja a coisa que recebo? E por que? Por que tudo é tão perdido, tão assim, pra mim?
                    - Livra-me, carma. Eu tenho sido uma pessoa melhor.

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