segunda-feira, 21 de abril de 2014

Estou cansada de fugir de mim e da reforma interior que há tempo precisava fazer.
 O que preciso mudar em mim mesma eu sei, é real e claro mas dói mesmo saber que não sou perfeita, pelo contrario: estou longe de ser.
 Mas pelo menos me encontro contente por estar decidida a me mudar.
Mudei de lugar, mudei os modos e agora vou mudar a vida?
Tomara!
 Um beijo aos amigos que se vão e que estão se indo, um abraço gostoso aos que estão chegando, eu estou pronta, estou pronta pra ver vocês partindo e chegando, estou pronta pra aceitar as novas formas de ser, eu estou pronta, eu estou pronta, mas não me sinto pronta pra te esquecer ainda por saber que meu erro foi fatal, sinto falta do seu cabelo, das suas mãos e do seu carinho, das nossas conversas, dos nossos papos de noite, das vezes que tentei ir até você por sonho, eu sinto falta, eu sinto falta, não estou pronta mas vou me forçar a estar, Deus sabe o quanto eu poderia tentar faze-lo voltar a mim, Deus sabe que não faço por bondado ou só por medo do carma mas só por pensar em fazer ja me sinto injusta.
 Eu sou boa e sou má. Eu sou Marte, Marianna.

sábado, 8 de março de 2014

Se cada um de nós soubesse que o macrossomo e o microssomo são um só, não precisariam criar tantas teorias e modos de se fazer algo para obter-se algo tão simples, como a utilização da energia do todo; o todo somos nós e há esse ciclo de vibração. 
 É um tanto cômico ver que cultuam-se entidades e nomes mas não contemplam a si mesmos. Somos deuses no Olimpo em forma de Terra, ainda que isso não anule as energias Superiores, de que adianta fazer altar e cultos se não sabem a propria força, se autosabotam-se todos os dias, se não creem na propria capacidade e precisam das bengalas espirituais para poderem se mover?
Ai como é estranho esse senso de percepção.
 Vejamos que se a força do Interno fosse usada a utilização dos meios externos seria potencializads, usadas assim como catapulta, não como apoiador podendo realmente Evoluir com aquele feito.
 Magia é movimento, é Evolução.
Quando, então, isso vai ser posto em pratica? 
Reconheça sua força interior, todos somos deuses. Dê-se a mesma adoração que dá a outro externo e verá o quanto é sabio se amar.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

suas mãos tem perfume, para suas cartas consagrar. Seu carteado tem magia, para todo o povo socorrer. Se lhe faltar a sorte, ela devolve a esperança... Cigana de fé, que ajuda e não cansa. Abençoada pelo Pai Maior, Cigana cumpre sua missão. Em sua casa ela ensina, encaminha e acolhe. Com um sorriso nos lábios e uma palavra amiga, Cigana da Estrada, a todos ilumina.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Sobre a morte.

Engraçado é que nas horas de morte, os que são vivos rezam para seu alivio, os que são vivos REZAM, o que é mais engraçado quando podia ser evitado. O pior de tudo é que nunca aprenderão, nunca sentirão que, na verdade, o que era pra ser feito não foi feito e que reclamar agora é só fruto do acontecido.
 O mais estranho é saber que dizem ter Deus no coração.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Vestidas de Céu

Então andei pela mata aberta, de caminho simples e sem pedras grandes. Serpenteava em meu ouvido todo o farfalhar das folhas de arvores que se encontravam ao meu redor.
 Ah, mas Deus, Tua criação é perfeita! Se não fosse, o que seria de nós?
Tirei as sandálias e passei a caminhar descalça na Terra. O barulho do girar da corda de um brinquedo me atormentava, junto com Ela, minha Cabeça, falando. As coordenadas me eram ditas, sempre foram, mas estavam mais fortes ali, naquele local, eu não sei bem o porquê. O que é isto que acontece comigo? Parei e olhei para a Lua, realçada pelos galhos que faziam uma linda moldura envolta da mesma e pedi explicações sinceras. Haviam poucas estrelas muito luminosas. Havia uma que era exuberante por demais. Nossos Pedidos são dela. E então as encontrei. Minhas Graças, minhas Esfinges contemporâneas, as Primas.
Dançamos para a Lua e deitamo-nos no chão já de concreto, sentindo a dimensão dos Céus e todo seu comprimento.
Ó, meu Deus, obrigada!
Por fim, lavamos o corpo com água do Mar, puramente concedida por Ele e a alma talvez fora limpa juntamente. Estávamos vestidas de céu. E acho que isto bastou.
Obrigada, Senhor.

domingo, 24 de novembro de 2013

Te incomoda esse dia?
 Ah, que dia cansativo! E daí que não fiz nada? Claro, não tem muito sentido mas tem dias em que simplesmente vivo para o cansaço. Não o cansaço comunal que te faz dormir, mas um súbito cansaço que te faz querer dormir, e só dormir no dia inteiro. Perde-se tempo, perde-se vida. Vida essa que, particularmente, acho bobeira dizer que está sendo vivida. Quando se tem um ritmo (daqueles bem chatos mesmo) nada se torna empolgante. Exceto é claro pelo fato de conseguir voltar sentada no trem logo durante horario de pico, o qual eu volto todos os dias. Mas é o tipo de coisa que nunca acontece, só quando você desmaia, é claro. O que tambem acontece quase todos os dias. Eis que surge esse domingo preguiçoso. Tem muita matéria pra pôr em dia, inclusive algum seminário e provas chegando.
 O tal do cansaço não em deixa fazer nada. Me mantem nesse lugar, com minha companheira preguiça, lembrando-me a todo momento que tenho trabalho a fazer. E que provavelmente não vai ser feito.
 Ah, que dia cansativo! E estou cansada dessa dor de cabeça petulante, dessa ansiedade que me agonia e dessa necessidade de dormir pra ver se o tempo passa mais rapido.
 Em quanto tempo vai passar esse tempo? Espero que logo, porque nem minha querida preguicinha me aguenta mais.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Sem organizar

Só queria dizer: obrigada, ao que me transpassa esses ultimos dias.
Menina complexa, sem entendimento e inteligivel nas mais devidas palavras. A vontade de abolir esses meus dias para aproveitar o fluido corporal que emano, talvez nunca tivera sido tão forte.
Talvez por ser errado. Talvez por ser complexo. Provavelmente por ser completo.
O que virá daqui pra frente? Uma pausa para meditar entre os meus dias de dedos coçantes. Um leve devaneio sobre o antes e o depois, como este que faço agora. Não teço o agora pois me dá puro azar.
 O que devo escrever ou dirigir a você é uma enorme incognita: decifra-te ou seja devorado. Não tem anistia ou perdão.
 Texto com frases de negação demais. Tomo um susto com algo que cai, mas o que importa nesse momento é que estou transpassando esses sentimentos confusos que estão alojados em mim. Não escrevo mais em ordem, como meus pensamentos.
Frívolos e surreais, eu não sei nem mais onde estou. Pra onde vamos agora? Tudo parece tão fim do caminho. Talvez eu reprove, não quero isso. Posso fazer um apelo à Ti? provavelmente não. Não sou merecedora de graça alguma.
 Me permita realizar algum projeto. Não o acaba-vidas. Agosto, "mês do desgosto" da passou. O que setembro traz de tão ruim então?
 Tão carregado, tão impossivel, tão... lunático.
Setembro treparia com o primeiro que visse?
 Talvez sim. Quero voltar a escrever como eu escrevia.