domingo, 26 de agosto de 2012

Pecar.

Lembra-te de quando eu disse que nada mais era igual, que as coisas mudaram e que você ia mudar?
 O tempo passou e eu fui mascote do mesmo. Danças, peças, formatos e triangulos pairavam sobre mim num achado interessante: o diferente.Era tão exclusivamente incrivel o que o diferente me oferecia que tratei logo de me entregar
            e pequei
Agora, o que sou? O que quer de mim? Que eu me descabele e me corte como uma menina-lugar-comum? Eu não serei fruto de seu feitio doentio pelo infantil. Eu não quero continuar a ser; a me ser, vossemecê a ser-me tua, toda nua, coberta por nada mas por falta de algo que, na verdade, poucas vezes eu vi.
 Quero costurar-te no meu pano estrelado e te cantar canções de seraf...
 Não!
Não me entrego novamente!
 Eu cansei de me ser e que vossemecê se foda com tantas pomposas alegrias, abraços e simpatias.
O show hoje acabou.

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