terça-feira, 2 de novembro de 2010

É pau, é pedra, é o fim do caminho.

     Por todavia, levaram-nos à acreditar que todos "somos iguais" ou, que ser diferente é normal; Que temos de ser todos iguais, assim, somos levados, novamente, à mentir com medo de rejeição por portarmos de algo demasiado; diferente, mentirmos igualdade quase impossível.
 Aí vem a contradição;
 Isso é irreal!
Todos somos diferentes!
 Mas, ao invés de a diferença virar fruto de experiências, curiosidade, convívio, entendimento, tratamos como desconhecido ruim.
 O diferente parece ameaçador, tememos que o outro nos fira.
O ponto em que chego nessa postagem é o preconceito, conceito novo do desconhecido. Conceito ruim do desconhecido.
 A perseguição, o apontamento por sermos diferentes.
A maioria de nós, humanos, avaliam perfis; criam modelos que, PRECISAM seguir/se encaixar nestes. Poucos conseguem/ tentam ser diferentes. Vestimos as mesmas roupas, calçamos os mesmos tênis.
Vivemos à base de modelos; Mulheres se plastificam ( acham que assim, adiantam a idade. rs. Falarei disso mais tarde) por medo de serem velhas, feias, enrugadas, digamos assim. Homens se embebedam, malham; Todos querem dinheiro no final.
 Até algumas religiões, condenam o homossexualismo, não, não estou confundindo as coisas, tornam este como doença, junto ao uso da camisinha e evitar filhos. Sim, cada um com seus conceitos mas, isso se torna um preconceito.
 Outra coisa; Leis que distinguem, "rubricam"/estimulam o preconceito;
Criadas as 'cotas preferenciais' para negros em faculdades.
POR QUÊ!?
NEGROS TEM ALGUM TIPO MAIOR DE DIFICULDADES?
 Por quê só pra negro, não para muçulmanos  ou chineses?
Ah, cansei de tudo isso.
 Vini, obrigada, sempre por tudo.
Pequeno vício constante;

Nenhum comentário:

Postar um comentário