As vezes o que eu queria mesmo é parar de me cortar
De me cortar de tudo, em tudo mas é a unica coisa que parece entender a minha dor. É a unica forma com a qual eu consigo por tudo pra voce. Eu sou um poço de problemas. Um problema vivo que precisa ser resolvido logo, com pressa. Eu sei como, só nao sei quando ou se realmente devo. Eu perdi minhas esperanças no ultimo segundo e sei bem como fazer. Eu tenho as ferramentas. Me falta somente, agora, o metodo.
Pode me chamar do que quiser, sequelada, louca, faminta, chorona, eu realmente sou. E tambem sou um fim sem um novo começo.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Prosa pra uma borboleta
Queria poder te entregar mil abraços, gritar com você e te bater só de raiva por tudo ter acontecido. Mas na verdade, de certa forma meu coração se alegra com essa dor que deixou. Por vezes, pensei em não pensar em voce, ou melhor, não lembrei de me lembrar do teu cheiro, mas de supetão eu acordei.
Queria de novo olhar a Lua, respirando as estrelas somente com um xale pra passar o frio, você e ele mas ainda assim nós. Queria me sentir cuidada, nao mais abandonada como me senti quando pude chorar nas matas do bosque, sua saia rodante acalentando-me e abrigando-me. Queria, ah, como queria poder ter mais tempo, mais um segundo pra viver com sua luz e seguir todo esse caminho. Mas agora voce se foi, não há mais pão, não há mais Lua, não há mais saia, só há lembrança.
Não estou triste, afinal, pois sei que Iansã balança seu leque, o vento surge e você consegue dançar nele. Você é o vento. Vento que ventou aqui, venta lá mas não volta aqui. Voce nao vai voltar.
Minha borboleta, saiu do seu casulo e se transformou em flor. Flor que enfeita caixão, desfaz na terra e volta ao pó. Mas como dizem, nada é infinito e o tempo em que aqui viveu parecia que havia um relogio nas suas costas. Cada segundo, tic e tac, contava. Obrigada e voa. Voa com tua força, leva a tristeza, traz a esperança! Espalha tuas sementes no ar, rega com teu amor e brotará, irmã, brotará.
Voe. Bata suas asas. A tristeza se vai mas você, eternamente, ficará.
Queria de novo olhar a Lua, respirando as estrelas somente com um xale pra passar o frio, você e ele mas ainda assim nós. Queria me sentir cuidada, nao mais abandonada como me senti quando pude chorar nas matas do bosque, sua saia rodante acalentando-me e abrigando-me. Queria, ah, como queria poder ter mais tempo, mais um segundo pra viver com sua luz e seguir todo esse caminho. Mas agora voce se foi, não há mais pão, não há mais Lua, não há mais saia, só há lembrança.
Não estou triste, afinal, pois sei que Iansã balança seu leque, o vento surge e você consegue dançar nele. Você é o vento. Vento que ventou aqui, venta lá mas não volta aqui. Voce nao vai voltar.
Minha borboleta, saiu do seu casulo e se transformou em flor. Flor que enfeita caixão, desfaz na terra e volta ao pó. Mas como dizem, nada é infinito e o tempo em que aqui viveu parecia que havia um relogio nas suas costas. Cada segundo, tic e tac, contava. Obrigada e voa. Voa com tua força, leva a tristeza, traz a esperança! Espalha tuas sementes no ar, rega com teu amor e brotará, irmã, brotará.
Voe. Bata suas asas. A tristeza se vai mas você, eternamente, ficará.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Dourado Principe do pirata
Principe dourado, por favor
reflete teu fel dourado sob sol da manhã
em meu corpo dedilha nuances melodicas
a fim de que possa eu fazer um cado da parte tua
Teu mel espeço e branco
escorre sob meu corpo
sobre meu corpo
em qualquer angulo, de qualquer visão
Minha armadilha, seu Barba Ruiva, macário carcamano do inferno
Sua jaqueta de couro e cinto complicado
não se abrem, nao se fecham mas se mantem
em mim
na minha memoria
pois quero te sentir de novo
e novamente poder sentir
teus olhos verdes nos meus tao pretos
tua maçã rosada em minha lingua vermelha
lambo, reviro, chupo
em troca da vil memora dum dia qualquer
após, nunca mais ver-te-ei de novo
pois hei de ter sido o Principe nas Montanhas
difusor, separatista, poeta, sanguinario
que em meu sangue fundou teu reino
em minha mente, fez sua morada
em minha estrada, partiu.
reflete teu fel dourado sob sol da manhã
em meu corpo dedilha nuances melodicas
a fim de que possa eu fazer um cado da parte tua
Teu mel espeço e branco
escorre sob meu corpo
sobre meu corpo
em qualquer angulo, de qualquer visão
Minha armadilha, seu Barba Ruiva, macário carcamano do inferno
Sua jaqueta de couro e cinto complicado
não se abrem, nao se fecham mas se mantem
em mim
na minha memoria
pois quero te sentir de novo
e novamente poder sentir
teus olhos verdes nos meus tao pretos
tua maçã rosada em minha lingua vermelha
lambo, reviro, chupo
em troca da vil memora dum dia qualquer
após, nunca mais ver-te-ei de novo
pois hei de ter sido o Principe nas Montanhas
difusor, separatista, poeta, sanguinario
que em meu sangue fundou teu reino
em minha mente, fez sua morada
em minha estrada, partiu.
domingo, 19 de abril de 2015
seth
E pensar que jurei que de forma alguma, em momento nenhum, eu jurei
De forma alguma.
Momento algum.
Jurei
não procurar
você.
doi isso agora porque sinto saudade.
sinto falta, na verdade. saudade é um sentimento muito forte e é algo que nunca vou sentir por você.
na verdade, não vai ser hoje e espero que nunca mais
sentir algo por voce
voce pisa em mim, fofo.
sentir algo por voce?
17777 anos.
7 meses.
Seth.
Sete.
Sethh-h-h-h-h-. numero de exu. esse aí promete, promete exu. falou
De forma alguma.
Momento algum.
Jurei
não procurar
você.
doi isso agora porque sinto saudade.
sinto falta, na verdade. saudade é um sentimento muito forte e é algo que nunca vou sentir por você.
na verdade, não vai ser hoje e espero que nunca mais
sentir algo por voce
voce pisa em mim, fofo.
sentir algo por voce?
17777 anos.
7 meses.
Seth.
Sete.
Sethh-h-h-h-h-. numero de exu. esse aí promete, promete exu. falou
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Onde bate o prazer, a compaixão é o pecado.
Ao ponto em que comecei a ter consciencia do Eu e dos Eu exteriores, me vejo perdida nos encontros que nada mais sã que sincronicidades projetadas na não-vida para cumprir algo que, na maioria das vezes, achamos que sabemos.
Me pergunto, ou melhor, indago, e se eu tivesse uma outra vida?
Digo, uma certeza de uma outra vida. Minha fé infelizmente não funciona muito bem. Tenho a tendencia da duvida pela incerteza, da não certeza até mesmo vendo, ou menlhor, sentindo em cada gira girada, cada carta jogada, cada vela acesa. E se no final, não acabar como quero que acabe?
Sim, deveras impossivel mas será que temos ser como rochas e bla bla bla, pra finalizar com essa missão de dimensões, de espiritos, fantasmas de um passado que geram um futuro?
Chego à breve conclusão: ao mesmo tempo em que muitos se Encontram para um real reEncontro interior, outros só precisam de um motivo, uma meta para manter qualquer expectativa ou positividade em seus caminhos. Não que seja preciso vela, patuá, sangue de bufalo ou cachaça barata num copo de vidro, até porque, não é; somente o sentimento de que alguem - ou algo, nos Misterios - compreende-o na dor e nos momentos confusos que acaba por passar nessa pseudo Terra de provações e certeira Terra de ninguem para se manter consciente, usuário, respirante, aspirante de porra nenhuma, destruidor de si mesmo a cada hora (mas com certeza, eu sendo bom, menino exemplar, terei Paz no depois!!!(?)) e bom ser humano.
Capaz de que eu não possa sentir nada, capaz de que eu sofra um pouco a cara energia, capaz de que eu me sinto contente por estar sabendo do não-acontecido mas querendo estar descrente daquilo que talvez acontecerá.
Não tem muito tempo que pude conversar com um amigo Astral que me disse pra não medir desespero e culpar, ou me distanciar do Encontro por causa disso mas, juro, eu não esperava que fosse tão lento assim.
É desespero o que me bate? Culpa? Me torno martir do futuro inocorrido por ansiedae ou falsa de sapiencia minha.
O que realmente bate? Dor.
E volto aos devaneios da descrença pela falsa esperança da certeza. Antes de me ensinar o jogo, havia me alertado sobre poder ver coisas como esta. Sobre, no inicio, não querer ter aprendido por ter medo de ver. Agora sei a dor. Agora, eu sei.
Sem pedidos, orações, intervenções.
A Linha da Vida, assim que é criada, passa pela visão, pela vivencia, depois pelo corte.
Mas
Seja feita a Vossa Vontade, assim na Terra como nos Céus.
(delirio)
Me pergunto, ou melhor, indago, e se eu tivesse uma outra vida?
Digo, uma certeza de uma outra vida. Minha fé infelizmente não funciona muito bem. Tenho a tendencia da duvida pela incerteza, da não certeza até mesmo vendo, ou menlhor, sentindo em cada gira girada, cada carta jogada, cada vela acesa. E se no final, não acabar como quero que acabe?
Sim, deveras impossivel mas será que temos ser como rochas e bla bla bla, pra finalizar com essa missão de dimensões, de espiritos, fantasmas de um passado que geram um futuro?
Chego à breve conclusão: ao mesmo tempo em que muitos se Encontram para um real reEncontro interior, outros só precisam de um motivo, uma meta para manter qualquer expectativa ou positividade em seus caminhos. Não que seja preciso vela, patuá, sangue de bufalo ou cachaça barata num copo de vidro, até porque, não é; somente o sentimento de que alguem - ou algo, nos Misterios - compreende-o na dor e nos momentos confusos que acaba por passar nessa pseudo Terra de provações e certeira Terra de ninguem para se manter consciente, usuário, respirante, aspirante de porra nenhuma, destruidor de si mesmo a cada hora (mas com certeza, eu sendo bom, menino exemplar, terei Paz no depois!!!(?)) e bom ser humano.
Capaz de que eu não possa sentir nada, capaz de que eu sofra um pouco a cara energia, capaz de que eu me sinto contente por estar sabendo do não-acontecido mas querendo estar descrente daquilo que talvez acontecerá.
Não tem muito tempo que pude conversar com um amigo Astral que me disse pra não medir desespero e culpar, ou me distanciar do Encontro por causa disso mas, juro, eu não esperava que fosse tão lento assim.
É desespero o que me bate? Culpa? Me torno martir do futuro inocorrido por ansiedae ou falsa de sapiencia minha.
O que realmente bate? Dor.
E volto aos devaneios da descrença pela falsa esperança da certeza. Antes de me ensinar o jogo, havia me alertado sobre poder ver coisas como esta. Sobre, no inicio, não querer ter aprendido por ter medo de ver. Agora sei a dor. Agora, eu sei.
Sem pedidos, orações, intervenções.
A Linha da Vida, assim que é criada, passa pela visão, pela vivencia, depois pelo corte.
Mas
Seja feita a Vossa Vontade, assim na Terra como nos Céus.
(delirio)
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
saniordade
Jogo de pensar, do pesar, qual lado pende pra mesma moeda
Um abraço, tempo de despedida, de nova vista mas são tantas virgulas que eu já me perco na virgula que faz minha vida ao saber, com certa certeza, que você vai embora
O lado ruim da cartomancia, é esse.
Verificar pra querer ver e no final se adiantar de poucos depois idôneos e corruptos e com corruptelas de si proprio desabrochar, ao merecer ou desmerecer da luz natalina que poderia um dia brilhar (mas desenCantou)
gostaria eu que lá no fundo do final você lembrasse de mim, apesar de pequena
é, não tenho argumentos pra te fazer ficar.
toma um chá, um café, vem ver silvio santos comigo
minhas noites de insonia no fundo me incomodam
mas onde foi que deixei minha sanidade mesmo?!
Um abraço, tempo de despedida, de nova vista mas são tantas virgulas que eu já me perco na virgula que faz minha vida ao saber, com certa certeza, que você vai embora
O lado ruim da cartomancia, é esse.
Verificar pra querer ver e no final se adiantar de poucos depois idôneos e corruptos e com corruptelas de si proprio desabrochar, ao merecer ou desmerecer da luz natalina que poderia um dia brilhar (mas desenCantou)
gostaria eu que lá no fundo do final você lembrasse de mim, apesar de pequena
é, não tenho argumentos pra te fazer ficar.
toma um chá, um café, vem ver silvio santos comigo
minhas noites de insonia no fundo me incomodam
mas onde foi que deixei minha sanidade mesmo?!
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Nove!
Dias secos e duvidosos: chuva molha mas terra seca facil.
Quando o sol está a pino, é engraçado.
O tempo vira, céu empretece, cai dona chuva varrendo o que há pela frente; amanhece e está lá o horizonte mudado por novos angulos causados na maresia turbulenta vindoura.
O que há de exato nos dias de cartomancia virada?
Ás de paus invertido com O Heremita afligem seus planos, torna-os caminhantes mas problematicos,
Seu Sete de Espadas vem pra cortar os laços carmicos positivos e traz à tona seus pesadelos mais reais: Aquele ex namorado, sorvete de morango e refrigerante sem gás.
São coisas que não mudam como muda o tempo, somente mudam quando o que você mudar realmente se tornar mutável. Digo, quando abolido um pensamento, não estar pseudo banido mas realmente anulado, exilado, não lhe trazendo nenhum sentimento se vier a retornar.
Esse é o Caminho, é a Morte, é a Lei.
Se não se matar, não há vida que possa vir. Remoer, rechorar, lamentar só traz mais lenços usados à sua lixeira antiga.
Re-nove (de Copas), utilize-se
Amor é a Lei; Amor sob vontade
Não se sufoque, se foque, ouça e viverá.
Até quando seu radio estará mais alto que seus pensamentos?
Quando o sol está a pino, é engraçado.
O tempo vira, céu empretece, cai dona chuva varrendo o que há pela frente; amanhece e está lá o horizonte mudado por novos angulos causados na maresia turbulenta vindoura.
O que há de exato nos dias de cartomancia virada?
Ás de paus invertido com O Heremita afligem seus planos, torna-os caminhantes mas problematicos,
Seu Sete de Espadas vem pra cortar os laços carmicos positivos e traz à tona seus pesadelos mais reais: Aquele ex namorado, sorvete de morango e refrigerante sem gás.
São coisas que não mudam como muda o tempo, somente mudam quando o que você mudar realmente se tornar mutável. Digo, quando abolido um pensamento, não estar pseudo banido mas realmente anulado, exilado, não lhe trazendo nenhum sentimento se vier a retornar.
Esse é o Caminho, é a Morte, é a Lei.
Se não se matar, não há vida que possa vir. Remoer, rechorar, lamentar só traz mais lenços usados à sua lixeira antiga.
Re-nove (de Copas), utilize-se
Amor é a Lei; Amor sob vontade
Não se sufoque, se foque, ouça e viverá.
Até quando seu radio estará mais alto que seus pensamentos?
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